António Milheiro

EMPREENDER EM TEMPO DE MUDANÇAS, DE CRISE!

Índice do Artigo

(Tempo de Leitura: 34 minutos)

O MUNDO ESTÁ A MUDAR!

O mundo está a mudar mais rapidamente do que nunca. Acredita!

O que costumava demorar décadas, demora agora anos ou até mesmo só meses ou semanas!

O que se vê agora é a ilusão, que as pessoas tiveram ao longo de várias décadas, de que o local de trabalho é um lugar seguro para trabalhar o resto da vida!

Pela primeira vez na história da humanidade temos o sentimento profundo de que os nossos filhos não se sairão tão bem quanto nós.

Temos visto os nossos amigos serem despedidos!

Muitos de nós temos sido despedidos dos seus empregos.

Os nossos salários têm sido cortados alegadamente por crises!

As pessoas trabalham de mais e recebem de menos.

Parecem ter menos tempo e menos liberdade!

Vivem sob pressão constante. “Isto será feito à força”! É urgente!

E por isso, mesmo que o teu patrão te adore, ele poderá ter de te despedir!

Há algo de errado já que na segunda-feira de manhã a taxa de ataques cardíacos aumenta em média 35%!

A tecnologia está a acelerar. A segurança no emprego está a declinar.

Não parece que os antigos modelos de ganhar a vida sejam tão fiáveis como o foram.

Para cada aspeto da nossa vida há uma maneira melhor de fazê-lo, mas continuamos a fazê-lo da maneira antiga.

Mesmo que tu vivas no melhor país do planeta e aí haja muita gente sem fazer nada e a queixar-se cinicamente e com toda essa gente a choramingar acerca deste velho modelo, eu pergunto:

“Porque é que não abandonam este modelo?”

Olhem para tudo isto. Olhem para toda esta oportunidade.

Dado que grande parte das nossas vidas gira à volta do nosso trabalho e do modo como ganhamos a vida, muitas pessoas estão a pensar que tem de haver uma maneira melhor.

O maior desafio que o nosso mundo enfrenta hoje não é fazer dinheiro.

É o que vamos fazer com todas as pessoas deslocadas, desempregadas?

As pessoas têm medo de tomar a decisão errada. As pessoas têm medo do desconhecido.

As pessoas têm medo de que talvez não tenham as capacidades.

Robert Kiyosaki, autor dos livros “Pai Rico, Pai Pobre”, “O Negócio do Século XXI” e “Escola de Negócios”, entre outros, e criador da teoria dos Quadrantes Financeiros, afirma que a “idade industrial” acabou!

Está a morrer, está morta!

É por isso que andar na escola para conseguir um emprego é uma ideia obsoleta.

Querer ter um salário fixo e regular é uma ideia da “era industrial”.

Estamos na era da ascensão dos Empresários, da procura por um caminho melhor que o emprego!

Existe, de facto, um método melhor no que se refere ao modo como ganhamos a vida.

As carreiras profissionais mudaram drasticamente, e muitos continuam a trabalhar segundo um modelo que está completamente ultrapassado.

Aliás, esta pandemia veio mostrar isso claramente!

O que funcionou para as gerações anteriores não está mais a funcionar tão bem para as pessoas hoje em dia.

O MUNDO DO TRABALHO HOJE

Em relação a isto vamos explorar três questões importantes:

PRIMEIRO – O que está realmente a acontecer no nosso mundo do trabalho?

SEGUNDO – Com esta nova economia, é melhor tornares-te empreendedor (a) ou é mais seguro trabalhares para outra pessoa?

TERCEIRO – Se decidires tornar-te empresário (a) e começar o teu próprio negócio, como podes fazê-lo sem correr enormes riscos?

Para te ajudar nesta jornada, vamos observar o que alguns dos maiores peritos e pensadores no campo do empreendedorismo partilharam sobre os factos reais atuais.

Atenta a esta informação nova e valiosíssima que te permitirá fazer escolhas que não sejam limitadas por um modelo velho e desatualizado de trabalhar e ganhar dinheiro!

Percebe o que se está a passar no mundo do trabalho atualmente.

Olhemos para o desemprego.

Só nos Estados Unidos da América, 30 a 40% das pessoas estão honestamente sem trabalho, mas gostariam de trabalhar.

O que o governo americano faz é que se não tiverem encontrado um trabalho no prazo de seis meses, deixam de ser chamados de desempregados.

Faz de conta que desistiram da força de trabalho! Isto não ocorre só nos Estados Unidos, mas vem sendo política corrente mundialmente nos países ditos desenvolvidos.

Mais ainda, o desemprego, em particular o desemprego estrutural – isto é, desemprego devido a mudanças tecnológicas – é o primeiro sinal de crescimento económico.

Atualmente, estudo feito recentemente em Portugal sobre a pobreza revela que, um terço dos pobres têm emprego fixo, o que significa que nem o fato de estar a trabalhar regularmente num emprego lhes dá condições de vida digna!

Agora pensa nisto comigo!

“Dez pessoas vivem numa ilha. Todos os dias elas saem para pescar.

Um dia, uma nova tecnologia aparece. Um missionário traz-lhes uma rede e os ensina a usá-la.

Agora, usando a rede, um conduz o barco e outro atira a rede.

Dois pescadores apenas podem fazer todo o trabalho que dez costumavam fazer, além de possivelmente pescarem mais quantidade de peixes!

Repara que é um aumento mínimo de 500% na produtividade – dois a fazerem o trabalho de dez num dia.

Não é preciso aprender muito para saber como atirar uma rede ao invés de lançar uma linha de pesca.

A ilha passou a ter um grande problema, 80% de desemprego!

Mas, a ilha ainda tem toda a riqueza do peixe porque as duas pessoas produzem tanto peixe, ou mais, quanto as dez produziam”.

Bem, claro, olhando para a história, estas mudanças costumam levar milhares de anos.

E durante todo esse tempo passamos para a agricultura, para os transportes, para as comunicações.

E alguns de nós tornaram-se médicos, e outros professores, e advogados e desenvolvemos todas estas novas profissões e novos trabalhos de manufatura que a revolução da era industrial nos trouxe nos últimos 180 anos!

Hoje em dia, estas mudanças estão a ocorrer literalmente num dia!

Quando um novo avanço tecnológico ocorre, e não temos as estruturas sociais para lidar com isso ou para reensinar as pessoas desempregada, surgem desequilíbrios e crises.

Uma das coisas que me parece interessante se viajarmos pelo país e à volta do mundo, é que o modo como trabalhamos e o modo como somos pagos pelo trabalho está a mudar de forma bastante dramática e rápida!

Numa escala global, está tudo a ser virado do avesso por causa do avanço das tecnologias.

Elas estão a eliminar muitos empregos e profissões e fomos deixados com muitas pessoas que não estão preparadas para os empregos que existem.

Muitos estudantes estão investindo anos nas Universidades em cursos para profissões que em dez anos deixarão de existir!

Por isso mesmo esta ideia de emprego seguro na época que vivemos – “a era da informação” – é tão obsoleta, mas ainda assim é ensinada dentro do nosso sistema escolar, e é aí que o problema começa.

Não existe educação financeira no sistema escolar.

E as pessoas ainda são treinadas para serem empregados, para trabalharem para o pagamento de um salário (palavra que deriva de sal que era moeda de troca por trabalho).

As estatísticas dizem que ao longo das últimas 5 décadas os rendimentos da classe média (famílias com renda anual dentro de 50% da média) têm decrescido.

E os pais ainda dizem aos seus filhos, vão para a escola, aprendam e arranjem um “bom emprego”!

Enquanto, hoje, se quiseres uma capacitação podes encontrá-la a um clique do teu computador, no conforto da tua casa e do outro lado do oceano!

Portanto, o que acontece a todas aquelas pessoas da classe média que estão a sair dos limites das estatísticas?

Eles tornam-se o que é chamado de “trabalhadores pobres”.

E isto é o que acontece aos “trabalhadores pobres”, tornam-se indivíduos recebendo vale-refeição.

No entanto os governos dizem que a pobreza está a acabar.

Bom, a pobreza pode estar a acabar, mas a pobreza trabalhadora está a aumentar.

As estatísticas apontavam em 2015 mais de 47 milhões recebendo vale-refeição só nos Estados Unidos, rebentando literalmente com a escala.

E isto está a ocorrer não só lá, mas em todo o mundo dito desenvolvido!

E isto porque as pessoas não conseguem ganhar o que chamam um salário para viver!

Realmente as pessoas têm passado por pressões financeiras que são hoje maiores do que foram no passado.

Se não estiveres a trabalhar por conta própria, então vais ter uma caminhada bastante difícil.

Porque hoje em dia, se quiseres controlar o teu futuro, o plano 40/40 já era!

Isto é, o plano de te formares na faculdade e arranjares um emprego qualificado, e trabalhares 40 horas semanais durante 40 anos não é mais garantia de estabilidade e segurança!

Esses tempos acabaram!

Quão interessante é observar que as pessoas estão a voltar à escola, porque acreditam que se voltarem à escola, vão arranjar um bom emprego.

O que realmente está a acontecer é que vários tipos de empréstimos bancários a estudantes para tirarem cursos, mestrados e doutoramentos subiu a partir de 2010 e está a arrebentar a escala.

O endividamento para estudar aumenta e a dívida dos empréstimos para estudar é pior que a dívida dos cartões de crédito.

Ou seja, quando as pessoas diminuíram a procura de cartões de crédito para consumo, as entidades bancárias (lembra-te que elas vendem dinheiro) conseguiram que as pessoas se metessem na dívida dos empréstimos escolares!

E o problema com estas dívidas é que nunca poderão ser perdoadas!

Isto é, com a dívida de cartões de crédito, podem declarar falência e a dívida é apagada.

Já com a dívida dos empréstimos escolares, podem declarar falência, mas continuam a dever.

Por isso é a pior de todas as dívidas!

Isto é o que está a acontecer aos ordenados dos licenciados.

Eles vão para a faculdade e acumulam dívidas de milhares, mas ganham cada vez menos dinheiro!

E muitos trabalham em empregos que nada tem a ver com suas formaturas. Isto não é lá muito inteligente!

O cidadão comum que trabalhou toda a sua vida, hoje em dia acaba a sua vida aos 65 ou 70 anos com uma reforma inferior ao que recebia quando estava ativo e normalmente sem terem poupanças!

Isto significa que ganharam apenas o suficiente para sobreviver.

Quando se olha para a parte financeira da Segurança Social e em primeiro lugar para os cuidados de saúde, é fácil perceber que é um sistema desatualizado e em falência tendo em conta as dívidas e as receitas!

E a dívida é uma droga financeira.

Quando se usa em excesso, é como tomar uma droga.

Sim, faz-nos sentir melhor, melhora o nosso desempenho, mas a um custo enorme!

Eventualmente, acabará por nos asfixiar e matar!

Porque, continuamos a criar mais dívida e a conseguir cada vez menos resultados, tal como na droga, até que a dívida se torne tão elevada que esmaga todo o sistema.

Devemos ter compaixão das pessoas que receiam ir trabalhar!

Devemos ter compaixão das pessoas que ficam mau dispostas na segunda-feira de manhã, que odeiam o seu despertador!

Devemos ter compaixão das pessoas que recebem uma migalha de esperança na quarta-feira porque estão a meio caminho, e que dois dia após dizem, “Graças a Deus é sexta-feira”.

E vivem para esses dois dias por semana em que conseguem ser eles próprios, e não têm de estar perto de pessoas de quem não gostam, e não têm de jogar todo um jogo político de escritório, e não têm de viver esta meia vida.

Tenho compaixão da pessoa que trabalha 48 horas semanais, 48 semanas por ano só para poder ter as 4 semanas de férias num ano, quando as que têm!

E eu jamais me esqueço que já vivi isso também! Mas libertei-me!

E sabes o que acontece à maioria hoje em dia?

Não têm férias, ficam em casa.

Têm tempo livre do trabalho, mas não podem viajar como gostariam porque esticaram a corda!

Têm toda esta dívida, entraram nesta situação.

Odeiam o seu despertador.

Não podem dormir até estar tudo feito.

Têm de perder a maior parte da sua vida nas filas intermináveis do trânsito.

Eu tenho compaixão desse grupo de pessoas porque existe um caminho melhor!

Só que eles não o conhecem.

Observar no dia a dia essa tentativa bastante interessante de uma individualidade autónoma num cubículo de 1,80m x 2,40m.

E parecem-me todos iguais, à exceção dos pequenos alfinetes ou das fotografias, o que dá um sentimento de compaixão.

Há diferentes fotografias, uma chama-se Mariana e a outra chama-se Artur. Mas são as mesmas pessoas.

E é assim que são, e são tal e qual “zombies”, e não há alegria. Não há diversão.

Há sempre sim, aquelas mulheres excêntricas que decoram o seu cubículo e isso é o máximo que podem fazer.

Mas há que dar o mérito à mulher excêntrica do cubículo, que tudo faz para sobreviver psicologicamente.

Repara que que a base das vidas dessas pessoas é a preocupação.

Estar preocupado (a) porque talvez seja despedido (a).

Estar preocupado (a) porque talvez seja ultrapassado (a) na carreira por um concorrente “lambe botas”.

Estar preocupado (a) porque talvez a empresa vá à falência.

Estar preocupado (a) porque talvez não consiga continuar a fazer ginástica para poder pagar as contas.

Estar preocupado (a) sobre como vou mandar os meus filhos para a faculdade.

Estar preocupado (a) porque se a transmissão do meu carro se avariar? São dois ou três… $$$. Não consigo arranjá-lo!

As pessoas vivem num mar de preocupações e isso destrói-as.

Normalmente os cartazes que as pessoas seguram durante as “crises” não diziam “à procura de um emprego lucrativo num cubículo”.

Dizem “à procura de trabalho”. Trabalho é o que nós andamos à procura.

Um emprego é apenas uma unidade de medida. Trabalho é aquilo por que lutamos.

Ainda estamos a tempo de nos olharmos ao espelho e podermos dizer:

– “Não é a economia, é a minha economia.

É o meu pequeno mundo ao qual pertenço. Tenho de melhorar.

Não vou esperar que a economia recupere porque francamente, a economia no mundo é o que é e funciona.”

Observa que Wall Street, um dos principais centros financeiros do mundo, é onde o dinheiro da maioria das pessoas é guardado durante algum tempo.

Com as taxas de juro sendo efetivamente zero e muitos peritos a preverem que continuem a ser zero nos próximos 10, 20 ou mesmo 30 anos, as pessoas sentem que não têm outra escolha a não ser colocar o seu futuro em ações.

Isto é, pôr o seu futuro nas mãos de outras pessoas neste mercado acionista e esperar que a bolsa suba, esperar que as ações que os seus corretores escolhem, ou que elas mesmas escolhem, subam.

É uma opção, julgo eu.

Pessoalmente eu acredito que se colocarmos o nosso futuro nas nossas próprias mãos, por outras palavras, se tivermos o poder de lucrar nós mesmos, penso que seremos um investimento melhor do que aqueles que estes tipos escolhem.

Penso que controlarmos o nosso futuro é uma opção melhor do que entregarmos a nossa reforma a estes tipos.

Agora o rendimento médio por família em salários é de aproximadamente 15 a 25 mil € por ano referente à classe média.

Para atingirem os 25% do topo dos escalões de rendimento, os TOP 25% de salários, teriam de ganhar pelo menos 50 mil € por ano.

Para atingirem os 10% do topo dos escalões de rendimento, os TOP 10% de salários, teriam de ganhar pelo menos 100 mil € por ano.

Para atingirem os 5% do topo dos escalões de rendimento, os TOP 5%, de salários, teriam de ganhar pelo menos 150 mil € por ano.

E para estar nos primeiros 1%, os TOP 1%, de salários, teriam de ganhar pelo menos 300 mil € por ano.

Portanto, a questão é esta:

O que é que pensas que te daria as melhores hipóteses de subir teus rendimentos e chegar aos primeiros 10%, ou aos primeiros 5%, ou ainda aos primeiros 1% ou mesmo mais além?

Na minha opinião e na opinião de muitos, muitos peritos, a resposta é tornares-te empresário (a), seres o teu próprio patrão.

Diria mesmo que terás de ser dono (a) de um negócio, do teu próprio negócio. N

Dirás, “Não posso”!

E eu te digo que a única altura em que para alguém seria ótimo ser um empregado é quando já disseram que desistiram.

Eu só digo que deveriam ser empregadas, às pessoas que estão espiritualmente feridas.

E é essa a sensação que têm quando pegam na mochila para irem para o trabalho e é como se escutassem dizer-lhes:

“Não te preocupes miúdo. Vamos levar-te de volta para o acampamento.”

Não é de modo algum uma gentileza quando digo a alguém que seria um excelente empregado.

ESTILO DE VIDA – Símbolo de Estatuto

Este é o outro símbolo de estatuto que está realmente a aumentar, é o estilo de vida.

Quer dizer, as pessoas podem ser donas do seu próprio negócio, podem até trabalhar a partir de casa.

Posso dizer que as pessoas admiram isso.

Elas ficam tipo, “Eh pá quem me dera poder fazer isso.”

O espírito de empreendedor é correr riscos, é ter muitos recursos e ser imparável, e ter uma visão de si próprio para além de onde se se encontra, e não estar disposto a aceitar a vida tal como ela está.

Se pensares nos grandes empreendedores, eles são visionários.

Eles têm convicção.

Eles estão dispostos a fazer hoje o que outros não farão, para poderem fazer amanhã o que outros não poderão.

Não penses na nova economia ou na velha economia.

Se queres ser livre cria a tua própria economia.

O empreendedor está no comando. Decide como vai ser a sua economia.

No mundo do empreendedorismo não há limites.

Podes fazer quanto quiseres dependendo de quanto queres trabalhar, e do quão esperto és, e da equipa que conseguires juntar para te apoiar.

Acredita, não existe nada mais compensador do que ser empresário (a).

No entanto, arrisca-se a perdê-lo todo, e muitos tipos perdem-no duas ou três vezes, e mesmo tipos como o milionário Branson, de quem sou um grande fã, metade das suas empresas não funcionam.

Faz um milhão e os teus problemas irão desaparecer!

Se fizeres um bilião, então é que os teus problemas irão mesmo desaparecer.

É ao contrário.

Nós não sabemos, mas quando se faz um milhão, tem-se um bilião em responsabilidades.

Se se faz um bilião, tem-se mil vezes um milhão de responsabilidades.

Questiona-te porque é que num mundo, onde qualquer um pode ser o que quiser, as pessoas querem abdicar da sua liberdade?

E tornarem-se efetivamente escravos modernos, mandados calar e estar no trabalho todas as manhãs às 7h30, saindo às 17h30, fazendo aquilo que lhes mandam fazer?

As pessoas que decidem tornar-se empresários (as) e trabalhar para si mesmos (as) têm algumas opções mais tradicionais, mas que são mais arriscadas do que poderiam pensar.

Repara que qualquer tipo de negócio de revenda é extremamente caro de montar.

Mesmo uma pequena loja de gelados, onde instalam pequenas máquinas com todos os sabores, gastam-se cinquenta, cem, duzentos mil para abrir uma loja destas.

Quem não adoraria comprar uma Burger King, mas é preciso cerca de meio milhão só no início.

Quem tem esse tipo de quantia disponível?

Os investidores de risco, que são os melhores e mais sofisticados a investir em novos negócios, acertam uma vez em onze.

Quer dizer que dez em onze são medíocres ou falham.

A maioria não resulta. Esse é o risco.

Há investidores ingénuos que com sorte conseguem uma em quinze ou vinte.

Um negócio é um “desporto de equipa”.

Por exemplo, tenho de ter contabilistas, tenho de ter engenheiros, tenho de ter arquitetos de sistemas.

Tenho de ter vendas, marketing. Tenho de ter contabilidade.

Tenho de ter declarações de intenções. E eu tenho de ter um departamento jurídico e tudo o mais.

O comum “Zé Ninguém”, até mesmo eu, posso tentar a minha sorte…, mas eu não tenho as capacidades para montar um negócio.

As pessoas que começam os seus próprios negócios, gastam uma data de dinheiro, gastam uma data de tempo, um esforço enorme só para começar as coisas.

E quanto mais se investe à partida, mais se trabalha nisso.

E muitas pessoas dizem que adorariam ser o seu próprio patrão!

Setenta por cento das pessoas adorariam ser o seu próprio patrão segundo sondagens recentes.

Mas não sabem como chegar lá porque o que é que se vai fazer?

Um, podem comprar um negócio existente.

Mas se alguém está a vender um negócio existente, têm de se perguntar porquê?

Normalmente é porque não é fácil, provavelmente não está a render tanto dinheiro como esperavam.

Dois, podem comprar um franchise, é menos arriscado, é um sistema testado.

Mas é dispendioso fazer isso.

Três, podem começar algo a partir do zero.

E é aí que muitas pessoas sentem que não têm o que é preciso.

Não têm dinheiro. Não tenho a ideia de um produto.

Não tenho os conhecimentos.

Não tenho o que quer que seja que é preciso para chegar lá.

E não posso arriscar a minha família para fazê-lo. Portanto…

Quarto, podem tornar-se investidores. Muita gente investe, para tentar encontrar uma solução.

Mas também há que ser bastante esperto nesse jogo, certo?

Eu penso que a base destas quatro opções tradicionais é que custam dinheiro, às vezes muito dinheiro, exigem qualificações e levam tempo.

Tudo isso somado é um risco enorme para a maioria das pessoas.

A taxa de sucesso de um restaurante…. E se forem suficientemente doidos. Qual é?

Cerca de 90% falham. Cerca de 90%, e em quanto tempo? Em um ano ou menos!

E, não estamos a falar de franchise. Se for isso é totalmente diferente.

Mas, não estão a conseguir os restaurantes de franchise.

Porque têm de investir bom dinheiro.

Exato.

E, no caso da McDonalds têm de ter trabalhado com a empresa por um longo período de tempo, conhecer bem…, só para ter uma hipótese de investir um milhão.

Só para ter uma hipótese, e há poucas probabilidades.

OUTRO MODELO

Mas e se houvesse uma maneira de teres todos os aspetos testados, os aspetos confortáveis, e ainda pudesses controlar a tua vida?

E se pudesses ter ambas?

Por outras palavras, não terias de criar tudo de raiz. Não terias de ser um (a) “super” líder.

Tudo o que terias de fazer… seria seguir o modelo!

E se já existisse um produto com provas dadas? Não terias de criar o produto!

E já há existisse um sistema com provas dadas, comprovado na prática, tudo menos um empregador. Essa seria a única coisa que não terias.

Pensa que mais pessoas estariam recetivas a trabalhar para si próprias nesse ambiente?

Na nossa busca por uma maneira melhor de ganhar a vida, chegamos à conclusão de que tornarmo-nos empresários é na verdade mais seguro do que sermos empregados.

E através duma análise das opções empresariais, uma opção em particular continua a sobressair, segundo afirmam os peritos.

E penso que a maioria das pessoas vai achá-la surpreendente porque é certamente um modelo de negócio não-tradicional!

Esse modelo é:

As pessoas começam os seus negócios e tornam-se empresários através da criação de um negócio de “marketing de rede”.

Algumas pessoas chamam-lhe “vendas diretas” porque o produto é vendido diretamente do produtor para o consumidor final, eliminando os intermediários.

Outras pessoas chamam-lhe “marketing multinível” ou MMN porque há múltiplos níveis de comissões pagas.

O termo mais comum hoje é “marketing em rede”.

Network Marketing e porque marketing em rede descreve melhor o uso de um vasto grupo de distribuidores independentes, de empresários independentes, para movimentar um produto ou serviço mais eficientemente.

E a razão por que a generalidade dos peritos apoiam a indústria do marketing em rede é porque é realmente uma escola de negócios para empreendedores!

E ainda porque a maioria das pessoas sai da escola à procura de um ordenado e isso é terrível!

Se não existisse o marketing em rede, deveríamos inventá-lo!

E ele é assim tão bom porque as vendas diretas são uma ótima maneira de fazer negócios hoje em dia.

É muito fácil entrar nesta indústria e poder ser-se auto empregado, ser realmente empresário (a).

Quando vemos multibilionários a juntar empresas de marketing em rede ao seu portfolio, isto é uma pista.

Quando vemos pessoas que são famosos autores e pessoas de negócios muito famosas a apoiar esta indústria, isso é uma pista.

Empresas de marketing em rede não são empresas de 40 milhões de euros.

São empresas de biliões e biliões de euros.

Muitas delas lideram o mercado bolsista. Elas são grandes empresas.

Quando é que nós vamos entender?

Valerá a pena estudar, ir para a escola só para depois trabalhar por um salário?  

Se quiserem vir a ser ricos, sejam empresários!

E o marketing em rede dá-vos o espírito para ser um empresário.

Uma empresa tradicional pode gastar até 50% dos seus rendimentos em marketing.

Ao passo que as empresas de marketing em rede usam uma abordagem diferente.

Ao invés de terem todas essas elevadas despesas de marketing, utilizam uma rede de distribuidores independentes para fazerem o marketing por elas.

Bom, porque é que elas fazem isto?

VANTAGENS

 

Primeiro, porque a publicidade de “boca-a-boca” é muito mais eficaz hoje em dia do que a tradicional publicidade nos media.

Segundo, alguns produtos têm de ser explicados ou demonstrados, e um vendedor independente pode fazê-lo mais eficazmente do que uma campanha de anúncios.

Terceiro, é completamente eficiente. A empresa só paga pelo marketing do seu produto quando acontece uma venda e nunca antes como ocorre no tradicional.

Imagina se a Amazon te permitisse tornares-te um distribuidor independente e pagasse 40% das suas receitas a ti e ao teu grupo de distribuidores.

Tudo o que terias de fazer como distribuidor seria recomendar um produto.

E, se uma pessoa o comprasse na Amazon, a Amazon trataria de toda a logística e tu e teus distribuidores seriam pagos por trazerem o cliente.

Agora imaginem que seriam pagos por cada compra que esses clientes fizessem o resto das suas vidas!

Bem, a Amazon ainda não oferece essa opção, mas as empresas de marketing em rede fazem-no!

Agora presta atenção, 85% de todas as decisões de compra na nossa sociedade são feitas em resultado “do-passa-a-palavra” ou de uma reputação.

Recomendamos coisas uns aos outros a toda a hora!

Quem é o teu dentista? Quem é o teu médico? Quem é o teu advogado? Que detergente estás a usar? Que shampoo usas? Que produto estás a usar?

Falamos uns com os outros sobre as coisas de gostamos.

Quando vamos a uma grande superfície retalhista, já temos sorte se o caixa nos olhar nos olhos quanto mais dar-nos alguma informação detalhada ou precisa sobre aquilo que estamos a comprar.

Por isso, claro, esta informação pessoal, esta informação que vem de um amigo, um vizinho, um familiar, ou mesmo de um estranho mas que tem experiência com o produto, tem um valor extraordinário.

De facto, o marketing em rede pode provavelmente educar os consumidores melhor do que qualquer outra forma de marketing.

Certamente pode fazer melhor do que a publicidade, porque a publicidade normalmente é um tanto exagerada e recebe-se apenas uma informação limitada.

Por isso, o marketing em rede triunfa sobre a publicidade.

Se fossem uma típica empresa de vendas e quisessem vender um milhão de dólares por mês em produtos, poderiam ir à procura de 100 estrelas das vendas. O quinhão seria de 8 mil euros por mês.

Então, o marketing em rede como sistema de distribuição, limita-se a mudar os números.

Por isso, usa 10 mil fãs satisfeitos de um determinado produto e não se preocupa tanto com quanto do produto cada um deles vende individualmente.

Se apenas venderem 100 ou 200 euros por mês e existirem 10 mil deles, estarão a vender de 1 a 2 milhões por mês de produtos!

Estás a entender?

E esta é a melhor maneira de explicar como o marketing em rede funciona.

Sendo certo que todos ganham!

E esta é a secção de marketing da empresa.

Não há dinheiro desperdiçado em tijolos e cimento em instalações, nem em equipamentos, nem em energia ou comunicações!

Não há dinheiro desperdiçado em inventário que simplesmente fica guardado algures.

Também não há empregados a vaguearem por não terem clientes.

Estas são pessoas com negócios próprios (distribuidores), que vão ligar-se aos clientes.

Estas empresas de marketing em rede permitem que as pessoas se tornem seus parceiros como distribuidores independentes por um custo extremamente baixo e sem tempos mínimos ou quota de vendas.

Essencialmente, são pessoas donas dos seus próprios negócios e podem fazer tantas ou tão poucas vendas quantas quiserem.

Por outras palavras, o distribuidor tem todos os benefícios da propriedade de um negócio tradicional, mas sem os riscos, nem os avultados investimentos deste.

A vantagem do marketing em rede é a facilidade de adesão, o baixo risco e o baixo custo inicial de um negócio porque quase tudo o resto tem um risco muito alto.

Qualquer um pode entrar com um investimento mínimo.

Está a comprar produtos que lhe permitem a entrada num sistema de negócio que já foi posto à prova, que funcionam comprovadamente.

As chaves para o marketing em rede é fornecer uma oportunidade para as massas se envolverem, fornecendo uma oportunidade para o indivíduo comum que não tem os recursos, começar o seu próprio negócio.

Tudo isto, até agora, é bastante claro.

OUTRO BENEFÍCIO

Mas o marketing em rede oferece outro benefício e é este benefício que o torna tão interessante para empresários.

O marketing em rede permite a um distribuidor construir a sua própria rede de outros distribuidores e depois irá compensá-lo com as vendas criadas por todo esse grupo.

As vendas diretas são, na sua base, muito simples.

São a venda de um produto ou de um serviço a um indivíduo numa base pessoal, cara-a-cara, da mesma maneira que poderíamos estar a falar agora pessoalmente.

Mas há um elemento igualmente importante que é a oferta em conjunto com essa venda do produto, a oferta duma oportunidade, a oportunidade para alguém poder fazer algo de si.

Não interessa qual é o estatuto social, não interessa qual é a língua que fala!

Veja quantas pessoas incríveis estão a tornar-se bem-sucedidas que falam qualquer tipo de língua que existe.

Que bela prenda para dar ao mundo.

E ao invés de ter de trabalhar para subir dentro de um sistema e provar que podem ser um gerente de vendas, decidiram que qualquer pessoa pode ser um gerente de vendas.

Toda a gente pode construir uma equipa de vendas desde o primeiro dia.

E o que isso trouxe ao sistema de crescimento, enquanto empresa de vendas diretas, é o conceito de composição ou de progressão geométrica.

E isto, porque agora podem fazer crescer uma força de vendas muito rapidamente porque toda a gente está a alistar pessoas na sua própria equipa de vendas.

Pessoas que dizem, “Oh, isto é esquisito. Estou a construir uma equipa de vendas”!

Como é que pensam que uma empresa comum trabalha?

O marketing em rede é a única indústria que não diz que o teu passado determina o teu futuro!

Olha para o teu passado e diz:

– “Certo. Bem, o que é que te podemos ensinar a fazer para poderes ter um grande futuro?”

Todos os outros empregadores por aí querem explorar-te por aquilo que tu já sabes, não te ensina algo novo.

O marketing em rede tem um potencial de salvar o mundo porque vai ensinar às pessoas a não serem empregados, mas a serem empreendedoras.

Segundo a Associação de Vendas Diretas, se somarmos todas as empresas de marketing em rede pelo mundo fora (América do Norte 34,6 Biliões + América Central e do Sul 33,5 Biliões + Europa Ocidental 23,2 Biliões + Europa Oriental 8,3 Biliões + África 1,3 Biliões + Ásia e Pacífico 77, 5 Biliões), elas somam mais de 178 Biliões de Dólares (145 Biliões de euros) por ano de revendas.

Veja-se que a poderosa indústria musical faz pouco mais de 13 Biliões de euros por ano.

E a ainda mais poderosa indústria de cinema faz cerca de 66 biliões de euros por ano.

Repara que o Network Marketing paga aos seus distribuidores cerca de 40% daqueles 145 Biliões de euros de revendas sob a forma de comissões, ou seja, mais de 58 Biliões de euros por ano!

São quase 5 Biliões de euros por mês e quase 164 milhões de euros de comissões que são pagos aos seus distribuidores todos os dias do ano!

Portanto este é o potencial do marketing em rede que está claramente a funcionar e que permite às pessoas ganharem muito dinheiro com ele!

Com o crescimento da indústria de vendas diretas nos últimos 10, 20 anos, temos visto uma mais ampla compreensão do canal.

Temos visto cada vez mais gente a envolver-se neste negócio, por isso a penetração no mercado tem aumentado exponencialmente e assim, a compreensão daquilo que é verdadeiramente o marketing em rede também tem aumentado.

E tem-se visto empresas de vendas não-diretas olhar para o modelo de vendas diretas e dizer: “Está a acontecer ali alguma coisa”!…

… As pessoas estão a fazer dinheiro. As empresas estão a ser lucrativas. As pessoas estão a ser motivadas. Os produtos estão a chegar ao mercado…

… Talvez devêssemos explorar isto!

DESFAZENDO UM MITO

Algumas pessoas pensam que só quem está no topo faz dinheiro.

Vamos dar uma vista de olhos a isso também e verificar que não é como pensam essas pessoas.

Há cerca de 500 pessoas no mundo que ganham mais de 1 Milhão de euros por ano no marketing em rede.

Se arredondarmos esse número para 2 Milhões de euros por ano, chegamos a cerca de 1 Bilião de euros por ano.

Lembra-te que são pagos 58 Biliões de euros por ano de comissões no marketing em rede.

Então, para onde é que vai o resto do dinheiro?

A vasta maioria das comissões pagas vai para as pessoas em part-time a fazerem desde algumas centenas de euros por mês até muitos milhares de euros por mês.

Vai para as pessoas que escolheram fazer disso uma carreira a tempo inteiro e ganhar ainda mais que isso.

Todos os dias, as pessoas usam o dinheiro que ganham através do marketing em rede para pagarem dívidas, divertirem-se mais, a melhorar a qualidade das suas vidas.

Toda a gente que eu conheço no marketing em rede tem estado a fazê-lo desde os anos 80.

Vão trabalhar quando querem trabalhar.

Param de trabalhar quando querem ter tempo para os seus filhos, para tomar um pequeno-almoço nas calmas, debater assuntos, e levá-los à escola.

Voltam ao trabalho quando regressam a casa ou para onde quer que trabalhem.

A melhor coisa que eu tenho visto são pessoas que se tornaram muito mais felizes.

O MMN fez provavelmente mais pessoas milionárias ao redor do mundo que qualquer outra forma de negócio a partir do zero.

Se tiver escolha entre trabalhar num emprego nos próximos dez anos ou trabalhar num negócio de marketing em rede nos próximos dez anos, o resultado de trabalhar no marketing direto será superior.

Muitas pessoas na indústria de marketing em rede avançam e fazem disto uma carreira e fazem-no bem, extremamente bem.

O marketing em rede só tem sido bom para toda essa gente porque fizeram-no seriamente e deram o seu melhor, e têm sido muito bem-sucedidos.

Tem sido um aumento constante de histórias de sucesso e de pessoas a exibirem o que alcançaram através disso.

Quantas pessoas estão envolvidas?

Aproximadamente 112 milhões de pessoas em todo o mundo participam atualmente no marketing em rede, sendo que cerca de 14,5% diz respeito aos Estados Unidos da América.

O curioso é que cerca de 82% dessas pessoas declaram ter uma boa, muito boa ou mesmo excelente experiência com o marketing em rede.

As pessoas estão contentes!

AFINAL NÃO É PIRÂMIDE

Se nos debruçarmos sobre a profissão inerente ao marketing em rede e tentarmos realmente compreender porque é que tantas pessoas estão confusas quanto à sua validade enquanto negócio veremos que uma das causas é “esta forma em pirâmide”.

As pessoas ficam mesmo perturbadas com esta forma de pirâmide. Dizem: “Oh, é uma dessas coisas em pirâmide”!

No entanto, elas pouco ou nada sabem sobre o termo “pirâmide” que genericamente é dado aos esquemas “Ponzi” de fraude financeira criado entre 1869 e 1872 e celebrizado em 1920 nos Estados Unidos por Carlo Ponzi.

Segundo a Wikipédia é uma forma de fraude que atrai investidores e paga lucros a ex-investidores com fundos de investidores mais recentes.

O esquema leva as vítimas a acreditar que os lucros vêm de atividades comerciais legítimas (por exemplo, vendas de produtos e / ou investimentos bem-sucedidos), e elas não sabem que outros investidores são a fonte dos fundos.

Mas estes esquemas são ilegais e em média em 1 a 3 anos são desmascarados e seus autores perseguidos e condenados na Justiça, como Bernie Madoff condenado a 150 anos de prisão nos Estados Unidos!

Existem de facto demasiados céticos que realmente não percebem a indústria e dizem: “OH, é um esquema para enriquecer depressa. É uma pirâmide”.

Se olharmos bem, as empresas e até mesmo as sociedades são organizadas hierarquicamente em forma de pirâmide.

Percebe o que isto significa? É assim que é.

Há centenas de pessoas com mestrados e doutoramentos em administração de negócios a trabalhar, digamos, por exemplo para a EDP, ou para a MEO, ou a para a SONAE, ou outra grande ou pequena empresa.

Se todos estes mestres e doutores estão a tentar chegar lá ao topo da empresa, isso é uma forma organizacional em pirâmide!

Isso mesmo, apenas uma pessoa vai conseguir escalar e ser o diretor ou presidente dessa empresa. A cada dez anos, uma pessoa vai consegui-lo!

Ao passo que, se as pessoas olharem bem para o marketing direto, é uma pirâmide invertida.

Tudo começa em ti e o teu trabalho é desenvolver outros chefes (líderes) que vêm atrás de ti e que podem crescem também tanto ou mais que tu!

No marketing em rede há um conceito muito simples.

Se venderes produto, serás pago.

É pagamento com base no mérito da produção.

Não existe a vantagem de fazer a primeira jogada.

O jogo é contínuo e terás de estar sempre em jogo para ganhares.

Terás de produzir juntamente com a tua equipa, sempre!

“Compra-venda-consumo” regular de produtos! É isto que alimenta e prospera a indústria!

Não existe uma componente de investimento em que quanto mais alguém investe (gaste), mais pode ganhar, como no esquema Ponzi, onde não há produto, nem consumo ou a haver é um produto fictício.

Estrutura empresarial tradicional organiza-se em forma de pirâmide e o marketing em rede em “pirâmide invertida”.

Por isso, os dois são polos opostos um do outro.

Na verdade não importa qual é o formato da empresa de marketing em rede ou qual é a forma do plano de compensação, se é um círculo, ou uma pirâmide, ou um triângulo, ou um trapézio, isso não importa.

Se a compensação vem do recrutamento e não do giro de produtos, então há um problema! E deves estar atento!

O TESTE

Porém, se a empresa baseia a tua bonificação (tu que és seu parceiro) tendo em conta as “compras-vendas-consumo”, mesmo quando são geradas pelas pessoas que recrutastes para a tua equipa, então nesse caso trata-se duma empresa perfeitamente legítima.

Este é o teste legal!

Este é o teste prático que te permite distinguir uma empresa legítima e legal dum esquema ilícito, do tipo Ponzi.

Uma realidade que diz respeito ao passado, mas que já não existe, refere-se às pessoas antes serem, no marketing em rede, carregadas com produtos que tinham dificuldades ou não podiam vender e acabavam por perder dinheiro.

Acabavam com uma série de produtos na garagem!

Tinham uma data de produtos parados nos armários da cozinha, ou algo do género.

E pensavam que poderiam vendê-los, e depois não estavam dispostas ou não eram capazes de os vender!

Assim acabavam com uma data de coisas, e ficavam amarguradas em relação a isso.

Nessa época havia uma coisa chamada “carregamentos à cabeça” onde tinham de comprar.

Se comprassem 20 mil euros de produtos, teriam mais vantagens e melhores comissões.

Hoje em dia há um mínimo para iniciar e um máximo de compras permitido.

Não são autorizados stocks para além do giro de produtos que o (a) próprio (a) distribuidor seja capaz de movimentar.

Hoje, é quase tudo feito por computador.

Os produtos são de envio direto da empresa produtora para o empreendedor de network marketing – o “Networker”.

Vêm de um armazém central regional algures para a casa do empreendedor nas quantidades estritamente necessárias.

E em muitas situações o empreendedor vende ao cliente final e compra ao produtor, direcionando a encomenda para a morada do cliente final!

Então não há necessidade de todo este inventário de produtos. Não é necessário armazenar.

É um mundo sem papelada!

A maior parte das coisas são feitas online, a um simples toque no teu telemóvel!

Montas o teu “escritório” onde for, mesmo em casa e funciona.

A tecnologia mudou tudo!

ISSO NÃO DÁ DINHEIRO!

O terceiro problema é que as pessoas começam a falar sobre “99% das pessoas no marketing em rede não fazem dinheiro”.

Já falamos que estão a ser pagos quase 164 milhões diariamente a distribuidores de marketing em rede em todo o mundo!

Aqueles que negam, os que dizem que não funciona são geralmente aqueles que não sabem fazê-lo funcionar para si mesmos e também não se empenharam o suficiente.

E, assim, dão uma opinião, e não confundas opiniões dos outros com factos e com profissionalismo porque as opiniões são livres e os factos são factos!

Também não confundas sinceridade com a verdade, porque as pessoas podem estar sinceramente enganadas.

A REALIDADE

Aqui está a realidade do marketing em rede:

A vasta maioria das pessoas que se envolvem no marketing em rede tornam-se apenas clientes fiéis a uma marca e envolvem-se para poderem comprar produtos a um preço mais baixo.

Se tivermos a “FNAC” como exemplo e se uma pessoa se torna membro da FNAC pagando o cartão de modo a conseguir um preço mais baixo no produto, não podemos dizer que essa pessoa é uma falhada porque tem uma data de produtos que levou dali com um sorriso nos lábios.

Contudo, quando algumas pessoas olham para o marketing em rede e dizem:

“Aquelas pessoas estão apenas a usar o produto e não estão a ter rendimento suficiente, portanto devem ser falhadas”!

Elas não são umas falhadas.

Elas são clientes satisfeitos e fidelizados.

E essa é a vasta maioria das pessoas que estão envolvidas no marketing em rede.

Agora, uma pequena percentagem dessas pessoas decidem iniciar um negócio, ganham 250 euros por mês, 500 euros por mês, mil, dois mil, e esse é o grosso dos ganhos no marketing em rede!

E, depois, há os poucos que decidem realmente levar isto a sério, decidem realmente construir uma grande rede, trabalham verdadeiramente para essa rede se tornar mesmo muito produtiva, e essas pessoas fazem muito dinheiro, e não há limites!

Tornam-se profissionais!

Quanto mais produto toda essa rede “comprar-vender-consumir”, mais mérito e ganhos terá aqueles que dentro dela fizerem um trabalho árduo, sério e profissional para esse giro de produtos!

Agora, quais são as verdadeiras realidades do negócio”?

Um por cento safa-se muito bem.

Dez por cento conseguem gerar algum rendimento extra, com baixo risco e esforço. Tudo bem!

E 89% das pessoas, mais ou menos, acabam como bons clientes ou meros clientes fidelizados e satisfeitos.

Outra coisa que eu penso ser verdade, no que se refere às perceções das pessoas sobre o marketing em rede, é que algumas pessoas sentem;…

– E eu creio que muitos distribuidores envolvidos no marketing em rede têm alguma responsabilidade nisto –

;… por vezes, que as reivindicações sobre o (s) produto (s) ou sobre o (s) rendimento (s) são irrealistas.

A maioria das pessoas que se tornam distribuidores, querem o dinheiro, querem ser bem-sucedidas, mas não têm as competências e muitas vezes não querem empenhar-se para as desenvolverem.

Muitas outras vezes não sabem o que fazer e também acabam por não serem orientadas de forma mais correta.

E quando as pessoas não sabem o que fazer e estão num negócio novo, ficam assustadas.

E quando estão assustadas, entram em pânico e o desespero como que se instala.

E assim, por isso mesmo, acham que toda a gente com quem falam têm de entrar!

Por isso, se falarem contigo e lhes disseres: “Bem, eu não tenho tempo para fazer isso”. Elas começam…, “não, não, não, eu preciso de ti”! Tens de fazer isto ou eu não…” Assim, esse desespero começa a apoderar-se delas.

E a partir daí fazem alegações sobre o produto, que não são apropriadas e provavelmente nem sequer são verdadeiras.

Ou começam a dizer: “Oh, deixa-me mostrar-te como podes ganhar todo esse dinheiro sem ter de fazer nada”!

E, como tal, apresentam a oportunidade de negócio totalmente distorcida, e acabam por ser teimosas com as pessoas porque pensam que necessitam de toda a gente para serem bem-sucedidas, quando não precisam!

Precisam só das que verdadeiramente querem os produtos ou o negócio, livremente!

Uma das mensagens que o diretor da Associação das Empresas de Vendas Diretas, Joseph N. Mariano, diz que tenta passar com mais veemência para as empresas bem como aos vendedores nas vendas diretas é que não têm de prometer demais.

A realidade é que, no marketing em rede, há uma quantidade enorme de trabalho duro envolvido.

Há muito esforço. É preciso ter de se desenvolver a si próprios.

E é um negócio como tudo o resto.

Vai demorar algum tempo, mas a vantagem é que é o melhor.

MELHOR AGORA DO QUE ANTES

É muitíssimo melhor para as pessoas que começam hoje do que era há cinco anos atrás!

Porque é mais aceite agora.

A tecnologia evoluiu e está ao seu serviço deste modelo de negócio mais do que de qualquer outro e a própria consciência do consumidor também melhorou.

Agora as pessoas percebem mais facilmente que é um negócio com um modelo diferente.

Compreendem que é a possibilidade de se poder ser um empresário e dono de um negócio próprio.

E se reavaliarmos a situação, a nossa crença sobre este modelo de negócio irá mudar e a nossa situação também.

A ERA DIGITAL

Então pensa em como a indústria mudou e está crescida.

Está totalmente transformada.

Repara nos jovens de hoje que cresceram com as redes sociais e que compreendem as redes.

Eles percebem como as pessoas estão conectadas através da tecnologia.

E esses jovens e as pessoas percebem como o dinheiro flui através das redes sociais.

Por isso quando veem o marketing em rede, não o veem do modo que os seus pais o veem.

E todos temos aprendido – nós, a indústria maior que as redes sociais representa, aprendeu com aqueles enganos, falhas e erros que aconteceram anteriormente.

Os algoritmos iniciais não funcionavam da maneira correta. Tudo isso foi emendado.

É como, quando criam um programa de computador, criam o programa, depois correm-no. E depois, voltam atrás e tiram-lhe as imperfeições.

A indústria do MMN foi também ela corrigida.

Esta é a época de ser-se virtual, de ser capaz de gerir um negócio a partir do telemóvel. É simplesmente incrível!

As empresas estão a ficar mais conscientes do mercado e a implementar mais proteções ao consumidor e mais treino de conformidade.

Estão a fazer mais quanto à pesquisa de produto.

Se te envolveres e adquirires inventário (produtos), mesmo que voluntariamente, se decidires que este negócio não é para ti, podes sair e ter esse inventário recomprado pela empresa.

Tens essa garantia!

Não existe outro negócio que ofereça esse tipo de proteção de uma forma voluntária, autorreguladora.

Se decidires olhar melhor para um negócio de marketing em rede como forma de gerar mais dinheiro para ti e para a tua família, eu recomendaria que revesses os seguintes quatro elementos importantíssimos:

COMO ESCOLHER UMA EMPRESA PARCEIRA

Primeiro – Considera O PRODUTO (s) ou serviço (s). Sobre este (s) importa:

  1. Gostas dele (s)? É algo que te sentirias confortável a partilhar com outros?
  2. Há uma necessidade reconhecida no mercado desse (s) produto (s)? É difícil criar uma necessidade se ela não existir naturalmente. O(s) produto (s) satisfaz (em) essa necessidade? Resolve, de facto, um legítimo problema dos consumidores?
  3. Tem um preço de venda ao público? Pode (m) competir no mercado?
  4. Tem um preço que te permite lucrar? Há margem suficiente para a empresa e o distribuidor poderem gerar rendimento a longo prazo?

Se puderes responder a estas questões sobre o (s) produto (s) de forma afirmativa, ótimo!

Segundo – Considera a própria EMPRESA:

  1. Acreditas nos fundadores ou na equipa de gestão da empresa?
  2. Acreditas que eles têm o que é preciso para irem até ao fim? Não importa o quão bom é o produto se a gestão não conseguir tomar conta da empresa.
  3. Uma boa gestão pode mudar com o tempo. Consegue lidar com a adversidade. Consegue tomar boas decisões.
  4. Certifica-te de que escolhes uma empresa que te sirva por muito tempo, que esteja internacionalizada, globalizada.
  5. Atenta aos seus valores, ética, missão e ao seu património e solidez financeira.

Terceiro – O PLANO DE COMPENSAÇÕES. E neste há três coisas importantes a considerar:

  1. Tu, enquanto pessoa nova no negócio precisas de gerar algum dinheiro relativamente depressa. Parece uma questão óbvia, mas consegues imaginar o impacto do efeito de tu, um novo distribuidor que está a começar a envolver-se, rapidamente alcanças uma vitória, mesmo que pequena? Isso ajudará o sucesso geral de toda a organização.
  2. Tu deverás ser capaz de desenvolver um rendimento moderado em part-time num período razoável de tempo. À medida que desenvolves a tua rede e as tuas vendas cresçam, deves poder usufruir de mais benefícios.
  3. E se tu estiveres mesmo a sério, se te decides tornar-te profissional na profissão de “networker” na indústria de marketing em rede, deverás poder fazer um bom rendimento a tempo inteiro se trabalhares muito e se estiveres empenhado (a) em desenvolveres as tuas competências.

Se estiveres confortável com o produto, a empresa e o plano de compensações, a última coisa a teres em consideração são os suportes disponíveis.

Quarto – SUPORTE:

  1. A empresa tem um site?
  2. Tem uma sólida ferramenta online de relatórios?
  3. Tem um bom plano de treino disponível? Promove eventos para te ajudar a construir o teu negócio?

Se decidires fazer isto, a que género de sistema de apoio podes ligar-te?

Bom, escolher uma empresa de marketing em rede é uma decisão pessoal.

Mas avaliar os quatro elementos do produto, as cinco características básicas da empresa, os três aspetos essenciais do plano de compensação e as três ferramentas fundamentais de apoio é, sem dúvida, uma grande maneira de começares o teu negócio próprio de marketing em rede.

Agora se a empresa te promete que irás enriquecer depressa, ou que poderás ganhar muito dinheiro sem muito esforço, te aviso que isso é de suspeitar, no mínimo!

Há algum produto que acredites realmente que possa ser vendido, ou são vendedores que estão a dizer-te ou é a pessoa que está a tentar recrutar-te ou pela própria empresa que te diz:

“Não te preocupes com o produto. Tudo o que tens que fazer é recrutar outras pessoas para o negócio”!

TE AVISO! ISSO É UM SINAL DE ALERTA!

Se ouvires isto, pensa duas ou três vezes, porque o mais certo é tratar-se de algo fraudulento!

Agora é importante que conheças os clientes, os produtos, o negócio.

Que cries e sintas que tens possibilidades de algum sucesso e vê até onde as oportunidades podem levar-te para subires na organização.

Descobre o quanto eles estão preocupados com a tua educação, o teu treino, e o teu desenvolvimento? Há espaço para cresceres?

A questão mais importante é realmente esta porque este negócio será bem-sucedido se tu te desenvolveres e te transformares numa pessoa de excelência!

Então aprende tudo o que possas sobre o (s) produto (s). Certifica-te de que é algo em que acreditas.

E aprende tudo o que possas sobre a indústria do marketing em rede, e funciona dentro deste sistema.

Apaixona-te porque tens que ser muito apaixonado em relação ao que a empresa estiver a fazer.

Eu envolvi-me e tu envolver-te-ás?

Só assim terás garantido o teu sucesso!

Podes sempre testar qualquer coisa – o produto, o serviço, a comunidade e em seguida, então, envolve-te um pouco e, se te sentires bem, envolve-te muito mais.

Isto é o que fazem a grande maioria que depois demora demasiado tempo a alcançar altas posições porque tiveram um início com base na dúvida, na atitude do “vê para crer”, ou na de ir a jogo para não perder!

Ao invés, analisa bem a proposta com base nos aspetos fundamentais que te revelei.

Inteligentemente percebe que estás diante de uma proposta com a qual te identificas em termos de valores e do produto.

Então, não receies, vai a jogo para ganhares, apaixona-te, envolve-te com toda a tua energia, age com a atitude de dar o teu máximo e pelo máximo e serás bem-sucedido, acima da média!

Junto do Memorial de Lincoln foi o local onde Martin Luther King, Jr fez o seu famoso discurso “I Have a Dream” (“Eu Tenho um Sonho”).

E nesse discurso, ele falou sobre o seu sonho de igualdade para toda a gente no mundo e esse é um sonho nobre.

Mas eu penso e creio que mais pessoas precisam de se lembrar de como eram enquanto crianças e o sonho que ainda estava vivo dentro delas, antes de lhes ser tirado pela “realidade”.

Certamente que o cheque do ordenado que recebem ao final de cada mês, por estas responsabilidades, e por terem de viver para o emprego, para poderem e mal, pagarem as suas contas, não era aquilo com que sonhavam!

Eu penso e creio que as pessoas têm de se lembrar disso, de voltar a isso e de acreditarem que é possível!

Uma vez que saibam que existe um caminho melhor, eu penso que o seu futuro será muito melhor.

Podem viver uma vida melhor!

Por isso, se estás a considerar envolveres-te num negócio próprio através duma empresa de marketing em rede, pelos meus conhecimentos e experiência nesta área, deixa-me dar-te alguns conselhos:

CONSELHOS FINAIS

PRIMEIRO – O marketing em rede não é perfeito. É emocional. É desafiante.

Como qualquer iniciativa empresarial, pode ter os seus dias bons e os seus dias maus.

Mas se tiveres um pouco de empreendedor (a) em ti, será ainda melhor.

SEGUNDO – Se vais fazê-lo, então decide ser profissional e não amador (a) ou simplesmente como um passatempo!

Decide ser dos melhores.

É melhor fazer isso profissionalmente do que seres apenas um amador (a) que entra a medo na água! Não queiras ser mediano!

TERCEIRO – Como qualquer profissional, terás de adquirir novas competências.

Sê humilde e esquece aquilo que tu já sabes, mas que não se aplica a esta profissão!

E eu prometo-te que uma profissão de marketing de rede – ser NETWORKER – não é muito difícil de aprender.

QUARTO – Como tudo o que vale a pena, vai demorar algum tempo e vai exigir trabalho.

Não esperes chegar à meta logo após a partida.

Não se trata de uma corrida de 100 metros, mas antes de uma maratona.

QUINTO – Vale mesmo a pena!

Vale a pena poderes tomar o controlo da tua vida de novo.

Vale a pena poderes controlar a tua situação financeira.

Vale a pena pelas pessoas com as quais vais poder passar o tempo.

Vale a pena pelas coisas que vais poder ver e pelas experiências que vais poder viver.

Vai valer a pena pelas causas para as quais vais poder contribuir, e pelas vidas que poderás tocar e pelos clientes que irás poder ajudar.

Vai valer a pena pelas amizades que irás desenvolver.

Vai valer a pena pelas viagens que irás realizar.

Vai valer a pena pela pessoa em que te irás transformar!

Prometo-te, vale mesmo a pena!

Lembra-te, a maioria das pessoas estão à procura de respostas, tal como tu!

O SEGREDO

 

Mas tenho de dizer-te o truque para o marketing em rede.

Se existe um segredo, se quiseres entender isto de um ponto de vista emocional, as pessoas dizem:

“Bom, parece bom demais para ser verdade”.

Não é! É trabalho duro!

Mas aqui está a questão. A maioria das pessoas ainda não percebeu isto que te vou dizer.

Tu vais ter de suportar a perda de estima por parte de pessoas ignorantes.

As pessoas sem educação irão pensar mal de ti!

Agora, se conseguires lidar com isso, estás no bom caminho.

Por outro lado, se isso te vai destruir, sabes que mais?

O empreendedorismo, em geral, provavelmente não é o teu futuro!

Ao passo que, se puderes enfrentar esta questão, podes tornar-te imparável!

Quero que tu e toda a gente que não está ainda no marketing em rede pense bem nisto que te vou dizer.

Se estás num emprego, provavelmente tens uma hipoteca, ou dívida (s), ou pensas realizá-la (s), tens uma renda para pagar, o que quer que seja.

A ser assim estás numa prisão.

Trabalhar apenas o suficiente para não ser despedido significa também ser pago apenas o suficiente para não desistir!

Eu já estive nessa situação, já fiz isso, e já passei pelo mesmo.

No marketing em rede, se acabar por falhar, será apenas uma lição de trabalho de casa.

Não há ninguém para culpa-te a não ser tu próprio!

Realmente não há desculpa para não ser bem-sucedido (a). Apenas não o é por nada fazer para o ser.

As pessoas não querem ouvir isto, mas há tanto disponível para elas!

Se quiseres ser um bom profissional de marketing em rede, sê um bom aprendiz das pessoas acima de ti.

E sê, também, um bom companheiro de viagem para as pessoas ao mesmo nível.

E mais ainda, sê um professor para aqueles abaixo de ti.

E procura saber também quando é apropriado fazeres cada uma destas coisas.

Aqueles que não têm medo de pedir às pessoas para comprarem coisas ou que não têm medo de persuadirem os outros para as beneficiar, mesmo com a probabilidade de ouvir um não…, estas pessoas são as donas do seu futuro.

Nada acontece até que algo se mexa. Por isso tens de mexer-te! Tens de fazer alguma coisa ou nada vai mudar na tua vida!

Faz mesmo que oiças nãos! Isso faz parte do processo. O sim ocorrerá garantidamente!

No início, vais fazer muitas coisas pelas quais não serás pago.

Mas à medida que avanças serás pago por muitas outras coisas que não fazes.

E a tarefa no marketing em rede é reabilitar o espírito, o espírito empreendedor em cada um de nós!

Então recupera-o.

Diz um forte sim ou um forte não, mas sem meias tintas, sem meias medidas pelo meio.

Há sonhos e há pesadelos, mas pessoalmente acredito que o maior pesadelo de todos é quando alguém não persegue o seu sonho.

Além disso verás um crescimento monumental da tua pessoa nesta profissão.

E esta altura é uma altura muito, muito excitante para te envolveres na profissão de marketing em rede.

Nesta próxima década eu vejo um crescimento exponencial tendo em conta toda a situação global face a esta pandemia.

Quando esse pico chegar, não é mais uma questão de perguntares a alguém, se já ouviu falar de marketing em rede?

Na realidade estarás a perguntar em que empresa estás a construir a tua riqueza ou porque ainda não escolheste uma?

Cada ser humano está no mundo para consertar algo, para melhorar as relações com as outras pessoas e para melhorar outras vidas.

E a recompensa vem, como a qualquer empresário, de ensinar algo a alguém e vê-lo a elevar-se.

Não há maior recompensa!

A vida é curta demais para passá-la a viver o sonho de outra pessoa e não o teu próprio sonho!

É demasiado curta para passá-la a viver apenas numa fração do teu imenso potencial!

Ser um empresário pode, por vezes, ser um desafio?

Claro que sim, mas, aqui está o que se consegue em troca.

Pode ser teu, algo que tu construíste, algo que tu criaste, algo que fizeste acontecer!

Um balão que uma criança segura em sua mão, representa o sonho!

E representa também o empreendedorismo e quando ela larga-o, ele de imediato começa a elevar-se, a exigir que o alcances e que te apoderes do sucesso que ele te trará!

O meu desejo para ti é que consigas esticar-te e alcançá-lo!

A escolha é tua!

A tua vida está à espera e só ela, lá bem mais à frente, te cobrará daquilo que pudeste fazer e não fizeste.

Acredita que ela jamais te cobrará por aquilo que fizeste e vivenciaste.

Porque isso é a história que terás para contar e deixar de legado para o mundo!

PORISSO DECIDE-TE!

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